terça-feira, 22 de dezembro de 2015

IPEC fornece canal de ajuda em tempo real a consumidor com problemas nas companhias aéreas

Ajuda em tempo real a consumidor com problemas nas companhias aéreas

 
Canal de Atendimento Exclusivo IPEC pelo whatsapp (67) 9157-4181

A bagagem extraviou? O seu vôo atrasou? O embarque foi cancelado? Você tem dúvidas ou algo a reclamar das companhias aéreas?


O IPEC te ajuda em um canal exclusivo de atendimento pelo whatsapp (67) 9157-4181. 

*O suporte aos consumidores será fornecido normalmente durante o período de fim de ano entre os dias 24/12/2015 a 31/12/2015.



AS DÚVIDAS MAIS FREQUENTES DO CONSUMIDOR VIAJANTE:


1) Crianças e adultos pagam o mesmo valor nas passagens?


Não. Nos vôos nacionais, o valor da passagem de criança com menos de dois anos de idade e que não ocupem assento não pode ultrapassar 10% da tarifa paga por adulto. Em outros casos, pode ou não haver desconto, de acordo com a companhia.



2) A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regula também os programas de milhagens das companhias?


Não. Essa é uma relação comercial entre companhia aérea e cliente. A ANAC frisa que o tratamento dado pela empresa deve ser igual entre os passageiros, independentemente se foi utilizado tal benefício ou não na compra da passagem aérea. Qualquer problema nesse sentido deve ser resolvido com a própria empresa ou comunicando os órgãos de defesa do consumidor.



3) O consumidor pode desistir da viagem?

Em casos de desistência a companhia aérea tem direito de reter uma parte do valor pago pela passagem e reembolsar o passageiro em até 30 dias a partir da solicitação. Segundo o presidente do Instituto de Proteção e Estudo das Relações de Consumo do Brasil (IPEC) este é um caso de rescisão contratual por parte do consumidor e a multa deve ser aplicada pela retenção de até 20% do valor total pago pela passagem aérea, sendo qualquer retenção maior um abuso que deve ser comunicado pelo consumidor aos órgãos de proteção.


4) O passageiro pode desistir da viagem ao fazer uma escala? 

Segundo a Anac, o consumidor tem este direito, entretanto, a empresa aérea não tem a obrigação de fazer o reembolso caso o passageiro decida interromper a viagem no aeroporto de escala, nos casos em que o voo não é direto.


5) Um consumidor pode transferir sua passagem para outra pessoa?

Não. O bilhete é "pessoal e intransferível". Inclusive, ao comprar a passagem em ambiente on-line o consumidor deve se atentar com o nome do passageiro, se estiver errado, o embarque pode ficar comprometido.


6) Quais os direitos do consumidor em casos de atraso ou cancelamento do voo?


Nos casos de atraso, cancelamento de vôo e preterição de embarque (quando não realizado por motivo de segurança operacional, troca de aeronave ou overbooking), o passageiro tem direito a três compensações graduais (de acordo com o tempo): comunicação, alimentação e acomodação

A partir de 1 hora: acesso à internet ou a um telefonema gratuito. 

Após 2 horas: voucher, lanche, bebidas

A partir de 4 horas: acomodação ou hospedagem e transporte ida e volta entre aeroporto e o hotel indicado. Se o consumidor estiver onde mora, a companhia aérea deve oferecer apenas transporte ida e volta. Outra opção é consumidor desistir da viagem e pedir reembolso integral.


7) E se o passageiro quiser ser indenizado?


Em todos os casos mencionados acima, Alexandre Daniel dos Santos, presidente do IPEC, alerta que se o consumidor sentir-se lesado ou ainda, se tiver perdas financeiras, é possível alcançar uma justa indenização recorrendo ao Judiciário. Entretanto, cada caso deve ser analisado individualmente.


8) E se o aeroporto for fechado?


As condições meteorológicas ou operacionais podem levar ao aeroporto interromper suas atividades, comprometendo as chegadas e partidas de vôos, que neste casos são suspensos ou cancelados até a reabertura. Os aviões podem ser encaminhados para outros aeroportos ou permanecer em espera. "Para o consumidor nada muda. Os seus direitos à assistência material, reacomodação e reembolso permanecem, ainda que o problema tenha sido causado por força maior, ou seja, por um fator fora do alcance das companhias aéreas", afirma o presidente do IPEC, Alexandre Santos.


9) A bagagem não apareceu na esteira. O que fazer?


A primeira coisa a fazer é buscar o balcão da companhia aérea e preencher o RIB (Registro de Irregularidade de Bagagem). Se a mala extraviada for encontrada, será entregue ao passageiro no endereço informado na declaração. Após 15 dias (nos casos de vôos nacionais), a contar do desembarque, se a bagagem não for localizada, será considerada perdida. Caso o consumidor venha a experimentar constrangimentos em decorrência da falta da bagagem, é possível ser indenizado. Basta guardar todos os documentos pertinentes e comunicar o fato aos órgãos de proteção ao consumidor.


10) Quais são as dicas ao despachar algo de valor?


Aquilo que é de valor e não possa ser carregado na bagagem de mão, deve ser declarado como tal, logo no check-in, através de preenchimento do formulário da companhia. Este serviço pode ser cobrado e o valor varia de acordo com a empresa, mas pode facilitar um eventual processo indenizatório. Alerta! A companhia pode exigir notas fiscais como comprovantes dos valores dos bens que serão despachados.







A BAGAGEM EXTRAVIOU? SEU VÔO CANCELOU? QUER SABER SEUS DIREITOS EM VIAGEM?

Ajuda em tempo real! Dúvidas, informações e suporte na hora que você mais precisa em canal de atendimento exclusivo via whatsapp (67) 9157-4181.





FILIE-SE PELA DEFESA DE SEUS DIREITOS!

Nenhum comentário:

Postar um comentário