quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Bancos são acusados de enganar aposentados e pensionistas





No Maranhão cinco bancos foram processados por praticar atos ilegais contra aposentados e pensionistas que contrataram cartões de crédito com reserva de margem consignável (RMC) acreditando terem celebrado um empréstimo consignado. 

O equívoco gerou sérios prejuízos financeiros aos consumidores. Somente no Maranhão aproximadamente 900 pessoas, entre aposentados, pensionistas e servidores municipais com renda de até três salários mínimos possuem este tipo de contrato. 


Nas relações de consumo, a utilização da expressão 'comprar gato por lebre' indica que a pessoa adquiriu um produto ou serviço quando, na verdade, solicitou e pretendia outro, isto é, foi enganada. 

Os consumidores vítimas deste golpe relatam haver realizado um empréstimo consignado e que, apesar de longos anos de pagamento, as parcelas não cessavam.
Na verdade, constatou-se que os aposentados e pensionistas acreditavam ter feito um empréstimo consignado comum, no entanto, o que foi vendido na verdade foi um cartão de crédito, e aqui que se considerava ser o pagamento dos empréstimos consignados, na verdade era o pagamento do mínimo do cartão", ou seja, a dívida não terminaria nunca, e o saldo devedor após anos de pagamento ainda estava maior que no momento do início do empréstimo.

No consignado, o cliente efetua o empréstimo já com data certa para início e término das parcelas; ao passo que no cartão de crédito com reserva de margem não há data limite para o término do pagamento e os juros duas vezes maiores.
Trata-se de uma ilegalidade que não pode ser mais tolerada e é nosso dever dar um basta nisso, alertando toda a sociedade para não permitir mais esse abuso. 

Entenda como funciona a prática: O cliente busca o representante do banco com a finalidade de obtenção de empréstimo consignado e a instituição financeira, nitidamente, ludibriando o consumidor, realiza outra operação: a contratação de cartão de crédito com RMC.
Se este pagar integralmente o valor da fatura, que é o próprio valor do empréstimo, estará quitada a dívida; se, entretanto, como ocorre em quase todos os casos, o pagamento se restringir ao desconto consignado no contracheque (6% apenas do total devido), sobre a diferença não paga, isto é, 94% do valor devido, incidirão juros que são duas vezes mais caros que no empréstimo consignado normal. Na prática, todos os meses em que a fatura não é paga em sua integralidade ocorre novo empréstimo e incidem juros sobre juros.
 

O IPEC tem filiados com este problema e que recorreram ao Judiciário para se verem ressarcidos. Se este é o seu caso, entre em contato conosco para receber todos os descontos indevidos.

INFORMAÇÕES E SERVIÇOS



O IPEC oferece atendimento gratuito para os consumidores, fornecedores e prestadores de serviço em seu Posto de Atendimento, na Rua José Antonio, n.º 310, fundos, Centro, em Campo Grande (MS). 

Agende também seu atendimento com o presidente do instituto, Alexandre Daniel dos Santos, pelos telefones: (67) 3029-5439 e (67) 99283-0549.








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